Mariana

CIDADE HISTÓRICA, ALT 697 m, POP 60.142 hab, BELO HORIZONTE 117 km

Fundada em 1696, é chamada de “berço da civilização mineira”, e guardiã de uma importante parte do patrimônio cultural e histórico do estado. A extração do minério de ferro é sua principal atividade industrial e forte geradora de empregos e receita pública para o município.

ATRAÇÕES:

Pertenceu ao mestre-de-campo, Rafael da Silva e Souza. Posteriormente foi vendida à Fazenda Real para servir de residência ao Intendente Dr. Antônio Rodrigues de Macedo. Mais tarde, abrigou a primeira repartição arrecadadora dos produtos de captação e confisco de escravos. Também serviu como casa de hospedagem para D. Pedro II, residência do poeta inconfidente Claudio Manoel da Costa e local de reunião dos sediciosos liderados por Felipe dos Santos. Ainda podem ser vistos, em ruína, seus muros de pedras, com janelas, por onde era pago o quinto do ouro. Atualmente abriga a Casa de Cultura e a Academia Marianense de Letras.

Rua Frei Durão, 84 - Centro.
É um dos mais belos prédios da arquitetura colonial mineira. Foi executado em alvenaria com guarnições em pedra lavrada. Na cartela da portada, está o brasão do Império que substituiu o da Cora Portuguesa. Durante algum tempo, abrigou a prefeitura da cidade e atualmente é Câmara Municipal.

Praça Minas Gerais, s/n - Centro.
Horário: Diariamente, 7h/18h. Gratuito.
Pertenceu a Manuel Ignacio de Mello e Souza, que foi deputado, senador e presidente da Província de Minas Gerais. Possui 2 pátios internos fechados, que têm a função não só de iluminar e ventilar como também de facilitar a circulação. O grande atrativo desta casa são suas sacadas esculpidas em xisto que formam um belo rendilhado, únicas em todo o Brasil.

Rua Direita, 50 - Centro.
É a maior mina de ouro aberta à visitação no mundo. De lá, foram extraídas 35 toneladas de ouro durante mais de um século, até ser desativada em 1935. O passeio inicia-se com uma descida num carrinho de mineradores sobre trilhos até 120m de profundidade, por um túnel de 350m de extensão. Existem várias galerias e câmaras, lago subterrâneo e equipamentos antigos utilizados na mineração. Um guia acompanha os visitantes durante todo o percurso, contando a história da mina e explicando sobre as rochas e a extração do ouro.

Rua Eugênio Eduardo Rapallo, 192 – Passagem de Mariana
Horário: Segunda e terça 9h/17h. Quarta a domingo 9h/17h30. R$88.
Proporciona ótimas vistas da paisagem num trajeto de 22km que dura 1h10. O percurso do passeio segue o Ribeirão do Carmo, passando por 4 túneis, vales e despenhadeiros, e pelas antigas estações Passagem de Marina e Vitorino Dias. O trem com capacidade para 320 passageiros sentados, chega a desacelerar nos pontos mais bonitos para que os turistas possam fotografar. O trem é composto por uma locomotiva e 6 carros de passageiros, sendo que um dos carros é panorâmico. É recomendável sentar-se do lado esquerdo no sentido Ouro Preto, e no lado direito no percurso da volta para aproveitar as melhores vistas. Há duas opções de vagões, o comum e o panorâmico, que possui ar condicionado e janelas grandes.

Estação de Mariana: Av. Manuel Leandro Corrêa, 135
Horários de partidas: Sextas, sábados e feriados 13h/16h. Domingos 14h30.
Ingresso (ida e volta): R$56 (comum) e R$80 (panorâmico).