Corrientes

CAPITAL DA PROVÍNCIA, ALT 62 m, POB 402.483 hab, BUENOS AIRES 946 km

Cidade mais antiga do nordeste argentino, fundada em 1588, é a capital e principal centro social e econômico da província. Conserva um traçado urbano de estilo espanhol, com ruas estreitas e um centro antigo, com inúmeras casas de arquitetura colonial e muitas igrejas. O Aeropuerto Dr. Fernando Piragine opera, de forma limitada, várias linhas aéreas com voos regulares para Buenos Aires e outras cidades do país.

ATRAÇÕES:

Inaugurada em 2008, tem 900m de extensão e uma extensa pista para caminhadas na orla do rio Paraná. Oferece várias opções de passeios, como balneários, praias, lugares para pescar e serviços.

Av. Juan Pablo II.
Marca o local onde, em 1588, os conquistadores ergueram uma cruz de madeira, como símbolo da colonização. Está localizada na alça de acesso a Puente General Belgrano.

Av. 3 de Abril esquina com Padre Borgatti.
Museu temático relacionado à história da companhia local Vías Navegables. Acervo com mais de 700 peças utilizadas para navegação, maquetes e fotografias da Costanera e do Porto da cidade.

Av. Juan Torres de Vera, 1.401
Horário: Segunda a sexta, 7h/18h. Gratuito.
Construída entre 1968 e 1973, fica na Ruta Nacional 16, sobre o rio Paraná. Tem 1.700m de extensão e faz a ligação entre Corrientes e Resistencia, capital da província do Chaco, a 20km de distância.
O edifício atual foi reconstruído em 1913, com estilo característico da "Belle Epoque". Por sua acústica é considerado um dos melhores da América do Sul. Com capacidade para 684 espectadores, seu teto tem uma cúpula corrediça que permite apresentações a céu aberto.

San Juan, 637
Horário: Terça a sábado, 17h/21h.

VEJA TAMBÉM: Resistencia (Chaco), 20km

ARREDORES:

Santa Ana de los Guácaras

ALT 33 m, POB 2.942 hab, CORRIENTES 19 km

ATRAÇÃO:

Testemunho de uma época em que a cidade experimentou um importante desenvolvimento econômico. Estão em exposição 2 locomotivas e alguns vagões restaurados, assim como outras peças relacionadas à ferrovia. O trem, de pequeno porte, não passava de 20km/h e utilizava uma bitola estreita de 60cm. Funcionou entre 1892 e 1904 e era usado para o transporte da produção.

Pedro Ferré (frente à Praça Manuel Belgrano).